segunda-feira, 7 de novembro de 2011



Então, admitiu o medo. E admitindo o medo permitia-se uma grande liberdade: sim, podia fazer qualquer coisa...

Caio Fernando Abreu - O Ovo Apunhalado

6 comentários:

Crispi. disse...

É difícil admitir que tem medo, mas é libertador. Adoro vir aqui e encontrar belos fragmentos unidos a belas imagens. Parabéns!

Luna Sanchez disse...

É isso, é isso!

Não subestimar os medos, é esse o caminho.

Um pensamento parecido fará parte do meu próximo post.

Um beijo, Luiza.

Camila Sanches e Amanda Sanches disse...

Quando conhecemos a nossa fraqueza, quando admitimos os nossos medos, sabemos exatamente onde não podemos pisar, e por isso ganhamos a liberdade, porque caminhos que não trilhavamos antes com medo, sabemos que agora não há mistério nenhum lá!

http://oamorhadevencer.blogspot.com/

Charles Canela disse...

Talvez você não tenha percebido, porque ainda não me conhece e não lê com frequência o meu blog, aliás, ninguem conhece, abrir para comentário agora en Novembro, mas sento aqui em frente ao computador, não para fazer frases, mas para chorar de outro modo, embora literalmente as lágrimas caiam. Coincidentemente nesse exato momento uma lágrima caiu na minha coxa.

Por que choro? Você deve se perguntar, né?

Eu não saberia dizer exatamente, talvez seja por ter amado tanto e ter medo de não amar de novo como já amei um dia, acho que é isso.

Mas o medo, como bem diz o Caio, é uma mola propulsora, quando depurado de forma correta, né?

Mara Ribeiro disse...

O medo nos paralisa, precisamos entrenta-lo para que possamos seguir a diante.
Bjo no coração minha linda.

Laís Pâmela disse...

Amo esse livro demais!